Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Férias?????

Bem, nos últimos dias tenho estado mais tempo na escola que quase no tempo de aulas... ufa.
Nunca mais acabam as reuniões, as matrículas; ainda não percebi muito bem este conceito... matrículas para quê se nas últimas semanas de aulas puseram os DT's numa correria a pedir aos miudos para preencherem pela enésima vez a ficha biográfica. Se queriam que os EE's fossem à escola arranjassem outro motivo. Enfim... lurdismos...
Agora, vem a parte da formação de turmas e da organização do CEF (quem me manda a mim aceitar tudo...). Entretanto entreguei hoje os exames de equivalência à frequência devidamente corrigidos. Para a semana ainda há reunião de grupo para escolha de horários... outra coisa digna de se ver. Escolhe-se tudo na minha escola... desde o horário, às turmas, às salas, ao dia livre... para quem pode claro; euzinha deixo escolher e dps olho para o mapa e fico com o que resta. No ano passado quando olhei já só tinha 2 turmas...lol. Lá fui eu para o 2ºciclo e com um sorriso por ter emprego :)
Para o próximo ano e já sabendo que vou ter uma turma de CEF... ou 2 ainda não sabemos, vamos ver o que sobra para mim. Já nem me atrevo a falar em dia livre e coisas do género!!
Oh coleguinhas que me visitam... não ficam irritadas quando nos dizem: "Então já de férias???" Acho que não vai faltar muito para me saltar a tampa e dizer algo desagradável. Será que exagero?
É que já começo a dar razão a uma colega que me disse que andava a ficar muito irritável :)

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Num lugar no coração

Há coisas que nos tocam a alma. E eu nem sou assim tão esquecida, mas por vezes tento guardá-las num qualquer lugar do coração que a mente não alcance rapidamente. Porque o que queremos esquecer é o que vulgarmente nos vem à memória.
A recordação pode distorcer-se sem darmos conta e quando revivemos podemos apenas imaginar sem ter vivido. Será assim que sonhamos?
Podem ser pequenos gestos, palavras, emoções ou imagens. Nem que tenha sido de passagem. Nem que tenha sido há muito tempo, nem que tenha sido ao longe, nem que nunca tenha sido.
Mas tocou-nos de alguma forma. E conseguimos reter na memória, mesmo que a mágoa nos cubra o momento. Podem ser momentos mágicos, por todas as razões do mundo e sem nenhuma razão de ser.
Porque é assim, para nós. E mesmo que tentemos explicar, ninguém irá entender. São as nossas coisas, os nossos pensamentos, a nossa alma que guarda como se pudessemos pôr tudo dentro de uma caixinha e fechá-la.

Sabes, quando me sento na areia, ao Sol, para limpar a alma e chegar ao mundo com as minhas palavras, penso muitas vezes em ti. Estás na música que oiço, no céu nocturno e vejo-te à janela, a fumar um cigarro e a namorar a lua.
Na terra dos sonhos podes ser quem tu és, e mesmo que me tenhas ensinado a partir, eu fiquei. Sem perceber porquê… e continuarás a ser a incógnita de todas as equações...

(tu sabes que isto é para ti...)

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Traduções



Isto é o que se chama tradução à letra!!

Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

A Verdade da Mentira

As pessoas gostam de saber a verdade, mas não sabem muito bem como a enfrentar. Será porque magoa assim…muito?
Será porque nos sentimos, digamos…um pouco melhor, por alguém, teoricamente, não nos esconder mais nada? Quando essa verdade não nos convém, mas mesmo assim insistimos espontaneamente em querer saber, sendo duros para nós próprios… pois claro, precisamos ou pensamos que precisamos de saber tudo acerca de determinada coisa. Às vezes temos até uma ideia, uma leve suspeita do que nos vai ser dito, um caricato pressentimento que algo não está a correr como queríamos. Mas ainda assim… temos de saber. O que pedimos por vezes conduz-nos ao que não queremos ouvir. Não… nem pensar, não pode ser.Mas o mais estranho é que é mesmo. Ou talvez não. Nós é que pensávamos que não podia ser.
E depois ouvimos, lemos, sentimos aquilo que era suposto não acontecer na nossa imensa imaginação. E a nossa reacção é quase sempre a mesma: Eu já sabia! O que é uma força de expressão, porque não sabíamos nada, nada de nada. Eu já sabia, é que era o meu pior pesadelo… isto é o que as pessoas querem dizer quando dizem: eu já sabia. Ou então um atónito: “não posso acreditar!”, claro que se pode acreditar, ou melhor deve-se acreditar. Ou será que nos querem confundir? E pronto aquilo que ambicionávamos saber está escarrapachado á nossa frente.
Sim… depois já podemos respirar, só um bocadinho, porque depois temos muito por onde escolher: apatia, lágrimas, desespero, descontrolo, raiva e finalmente resignação. E depois, não nos lembramos de nada para contrapor a verdade e nada nos faz lembrar porque ambicionávamos tanto conhece-la. Mas então? Não era isso que queríamos saber? A verdade. Exposta e rude, como ela é, sem enfeites, sem uma fitinha vermelha em papel resplandecente. Afinal foi o que pedimos. E diz-se por aí que cada um tem aquilo que merece… mas eu tenho a certeza que não. Mesmo que doa muito, que nos faça chorar baba e ranho e que pensemos que o mundo acabou… porque não era o que queríamos ouvir.
O mundo não acaba, por uma verdade singular. Olha… toma, embrulha, é para aprenderes, para a próxima não cais no mesmo, mas é óbvio, certo que irás cair… porque a verdade é sempre a que queremos ouvir, enfeitada como uma prenda de Natal… que ainda está para vir. Não devia ser olho por olho, dente por dente, pão pão, queijo queijo, toma lá dá cá, tudo tem um preço e tudo se paga?
Pois… mas a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima, já dizia a minha mãe. E mais vale uma vil verdade do que uma mentira escondida.

Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Sitting Down Here

Novas Tecnologias







Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Se os pudessemos escolher... eu queria este!!

Eu sei... eu sei que já não tenho idade para isto, mas que querem...
podia dar-me para pior.
Mas é um homem com tudo no sítio não é??
(Deve ser reminiscência de adolescente que está cá dentro recalcada lol ...)
Espero que gostem


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