terça-feira, 28 de Outubro de 2008

I don´t want to talk about it

quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Bora relaxar?


Esta é a imagem que guardo na memória quando me embrulho no meio da papelada das grelhas, planificações, planos curriculares, gráficos...etc. Já lá estão as espreguiçadeiras e tudo. Só falto euzinha :)
Ok ok...acordei...

domingo, 19 de Outubro de 2008

Rankings e Xanax

RANKINGS E XANAX
Texto de Daniel Oliveira, no Expresso.

Esta semana evite a companhia de professores. Falar com qualquer um deles pode deixá-lo em mau estado. Vivem, nos dias que correm, em depressão colectiva. A sucessão de reformas, contra-reformas e contra-contra-reformas, a destruição do que se foi fazendo de bom - do ensino especial ao ensino artístico -, a incompetência desta equipa ministerial e o linchamento público de uma classe inteira tem os resultados à vista: as aulas recomeçam com professores tão motivados como um vegetariano perante um bife na pedra.
Sabem que os espera apenas uma novidade: a avaliação do seu desempenho. E é, ao que parece, tudo o que interessa a toda a gente: a avaliação dos professores, a avaliação dos alunos, a avaliação das escolas, a avaliação do sistema educativo português.
Tenho uma coisa um pouco fora do comum para dizer sobre o assunto: a escola serve para ensinar e aprender. Se isto falha, os exames, as avaliações e os 'rankings' são irrelevantes. Talvez não fosse má ideia, enquanto se avaliam os professores, dar-lhes tempo para eles fazerem aquilo para que lhes pagamos em vez de os soterrar em burocracia. Enquanto se exigem mais e mais exames, garantir que os miúdos aprendem com algum gosto qualquer coisa entre cada um deles.
Enquanto se fazem 'rankings', conseguir que a escola seja um lugar de onde não se quer fugir. E enquanto se culpam os professores pelo atraso cultural do país, perder um segundo a ouvir o que eles têm para dizer. Agora que já os deixámos agarrados ao Xanax, acham que é possível gastar algumas energias a dar-lhes razões para gostarem do que fazem? Se não for por melhor razão, só para desanuviar o ambiente nos edifícios onde os nossos filhos passam uma boa parte do dia.

sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Não aguento muito mais

Só me apetece gritar... ou então fugir. A minha mesa de trabalho parece um campo de batalha e eu... não consigo produzir nada de jeito. Sentei-me em frente ao pc, na tentativa de pesquisar qualquer coisa para as turmas do CEF, mas a até a Internet parece estar contra os professores... ou então sou eu que já não consigo separar o trigo do joio e tudo me parece fora do contexto.
Já fiz testes... ou seja, mais um monte de papel que fica a aguardar eu ter tempo para os ver. Para a semana tenho reuniões intercalares... mais 4 dias a sair da escola as 21h.
Dou comigo a não conseguir ter tempo para preparar aulas com cabeça e com antecedência...eu que preparava sempre tudo antes e com organização.
Quando olho para tudo o que preciso de despachar, quando penso que tenho que apresentar os tais objectivos até dia 31, quando olho para a agenda e vejo que só venho a casa para dormir na próxima semana, confesso que só me apetece chorar...
Amanhã vou ao dentista... nem ao sábado vou poder dormir.
Vai ser assim para o resto da vida???

segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

O que as escolas não ensinam

Numa pesquisa para arranjar qualquer coisa para dar uma aula aos meus alunos CEF, e porque eles dizem que nada do que aprendem na escola lhes interessa, encontrei este texto que passo a seguir. Vamos ver se solto alguma reacção daquelas cabecinhas...


Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates proferiu numa conferência numa escola secundária sobre 11 coisas que os estudantes não aprendem na escola.
Ele disse que a "política educacional de vida fácil para as crianças" tem criado uma geração sem noção da realidade e, que esta política tem levado as pessoas a falharem na sua vida depois da escola.
Muito conciso, quando todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais, falou apenas 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi-se embora no seu helicóptero.

Regra 1: A vida não é fácil - habitue-se a isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil ANTES de sentir-se bem consigo mesmo.
Regra 3: Vocês não vão ganhar 5.000€ por mês assim que saírem da escola. Não serão vice-presidentes de uma empresa com carro e telefone à disposição antes de terem conseguido comprar o vosso próprio carro e telefone.

Regra 4: Se vocês acham os professores exigentes, esperem até ter um chefe. Ele não vai ter pena de ninguém.

Regra 5: Vender jornais velhos ou trabalhar durante as férias não diminui a vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra para isso: chamam-lhe oportunidade.
Regra 6: Se vocês falharem, não é culpa dos vossos pais. Então não lamentem os erros, aprendam com eles.

Regra 7: Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as vossas contas, lavar as vossas roupas e ouvir-vos dizer que eles são "ridículos". Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo corrigir os erros da geração dos vossos pais, tentem arrumar o vosso próprio quarto.


Regra 8: As escolas podem ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Na maioria das escolas vocês não repetem o ano e tem quantas hipóteses precisarem até conseguirem positivas. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se falharem, estão despedidos, RUA!!!!! Acertem à primeira vez.

Regra 9: A vida não é dividida em períodos. Vocês não vão ter sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Televisão NÃO é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o bar ou a discoteca e ir trabalhar.

Regra 11: Sejam simpáticos com os “cromos” (aqueles colegas que vocês acham marrões). Existe uma grande probabilidade de virem a trabalhar PARA um deles.

domingo, 12 de Outubro de 2008

Aniversários...

Daqui a 3 dias faço anos... pensei nisso há pouco e dei comigo a relembrar os tempos em que ansiava o dia do meu aniversário. Quando era criança tinha sempre tanta expectativa desse dia. Queria a festa de anos, a família em casa, os telefonemas de quem estava mais longe, as prendas, o apagar das velas... era uma emoção enorme.
Na adolescência era um dia especial... havia uma festinha em casa nos primeiros anos, com os colegas da escola... lembro-me de estar ansiosa para ver se o "tal" vinha à festa, para dançar um slow agarrinha... até sorri agora ao me lembrar ...
Nos tempos da faculdade... como diria o Bryan Adams "Those were the best days of our lifes" era o jantar do grupo do costume... bares... era festa até às tantas. É impressionante a quantidade de pessoas que se conhecia naqueles tempos. E não havia cá telemóveis nem internet...
Entretanto o tempo passa... depois do casamento cometi o erro de me afastar da maioria dos amigos de antes... e depois do divórcio onde é que estão todos??? Acreditem, é o pior erro que podemos fazer...
Agora daqui a 3 dias... não significa mais nada... a família, ou o que resta dela, liga a mandar um beijinho... o filhote esse é o que vale no meio de tudo, está sempre aqui, mas...nada mais. Não seria possível apagar essa data da nossa existência? Seria menos umas lágrimas que eu choraria...

domingo, 5 de Outubro de 2008

Dia do Professor